Entrevistas

Felipe Lucas fala sobre licenciamento dos ambulantes para o Carnaval e comenta sobre manifestação dos salva-vidas

04 de Fevereiro de 2020 às 18h00 - Por: Rafael Albuquerque Foto: PNotícias
[Felipe Lucas fala sobre licenciamento dos ambulantes para o Carnaval e comenta sobre manifestação dos salva-vidas]

Secretário da Semop também avaliou gestão e falou sobre as eleições 2020

O secretário Municipal de Ordem Pública, Felipe Lucas (PMDB), falou sobre assuntos referentes ao cadastramento de ambulantes para o Carnaval, eleições 2020, Salvamar, dentre outros, em entrevista ao PNotícias, na manhã desta terça-feira (04). Ele ainda comentou sobre a demora do partido rival, PT, de lançar pré-candidato à prefeitura de Salvador.

Leia a entrevista: 

PNotícias: vamos começar falando da estrutura e da forma que é feita essa seleção [cadastramento de ambulantes]. O Festival Virada foi on-line e rolou toda aquela confusão de gente que disse que entrou ‘tal hora’ e conseguiu [se cadastrar], gente que entrou minutos antes e não conseguiu e teve toda essa confusão. Foi por isso que o senhor resolveu colocar o credenciamento do carnaval de forma presencial, para evitar esse tipo de confusão?

Felipe Lucas: mais ou menos por aí, Rafa. Na verdade, eu entrei na secretaria no dia 5 de fevereiro de 2019, não tive oportunidade de participar do planejamento para aquele carnaval. Então eu participei, exclusivamente, da execução de um planejamento já feito. Então pude acompanhar, ouvir... Fiz a opção de ir às ruas todos os dias de carnaval, ouvir as pessoas, ouvir os ambulantes, para tentar identificar o que estava legal, o que precisava melhorar, o que estava ruim, enfim... Foi quando eu comecei de fato a tentar entender o cenário e, logo após o carnaval do ano passado, eu montei uma comissão, peguei alguns assessores, técnicos, que já têm vários carnavais vividos e comecei a trabalhar com eles a ideia de promover algo melhor, de melhorar a estrutura, o atendimento, a recepção dessas pessoas, de fazer um pré-carnaval, que para a gente é esse momento do licenciamento, de maneira um pouco diferenciada. Então planejamos todo esse cenário ano passado e uma das coisas que eu ouvi muito, talvez 90% das pessoas, dos ambulantes, das associações, dos sindicatos, uma grande crítica, um grande apelo que eles me fizeram era que retomasse o modelo de cadastramento, que fosse presencial, porque o on-line não tinha como atender todo mundo, muitas pessoas não tinham acesso à internet, não tem computador. As pessoas que tinham internet reclamavam que a conexão era lenta, logo não tinham condições de competir com pessoas de condição melhorada. Então essa foi uma das coisas que eu recepcionei e refleti bastante, além de toda imprensa, que me questionou muito no decorrer do ano passado sobre a transparência do processo, alegando, inclusive, que o processo on-line era muito frágil. Não dava pra entender, enxergar, pegar e saber se realmente está tendo ou não essas situações que foram sinalizadas de fraude ou de venda, comercialização, então foram muitas as críticas em cima desse processo. Esse ano, pensando na questão do senso de justiça e de conseguir dar acesso a todos, independente de condição socioeconômica, eu resolvi fazer o modelo presencial, mas sabia que seria um desafio grande e que a gente precisaria está preparado para esse momento. 

PNotícias: outra queixa frequente entre os ambulantes, foi em relação a pagar o comprovante. As pessoas reclamaram que já estavam cansadas, muitas delas acamparam na porta da Semop para conseguir a licença e depois de conseguir tinha que correr para pagar o documento, porque teria apenas 24h e para alegria delas esse prazo foi estendido, não é secretário?

Felipe Lucas: verdade, isso foi outra coisa que aconteceu, mas no momento lá algumas pessoas me procuraram, fizeram esse apelo, falaram: “Secretário, não sei que horas vou sair daqui, como vou correr atrás de recursos para fazer o pagamento da licença?”. Então, pedi um minuto a eles, consultei minha equipe técnica, percebi que era uma questão administrativa que dependia apenas do gestor da pasta. Então, eu determinei que a equipe estendesse o prazo. Saímos do prazo de 24h para um prazo de 72h. Ou seja, ao invés deles terem o prazo até a data de hoje, dia 04, eles terão até o dia 07 para formalizar esse pagamento e concluir o processo do licenciamento. 

PNotícias: houve muita reclamação sobre a falta de estrutura lá fora. Em outra ocasião, até te questionei se não teria como a secretaria fornecer uma estrutura melhor aos ambulantes lá fora. Isso está sendo pensado para o próximo ano? Até mesmo de transferir essa distribuição do licenciamento da sede da Semop para um lugar que tenha uma estrutura coberta, onde eles não passem frio, não fiquem debaixo de sol, já que isso tornará a acontecer em todos os anos, já que as pessoas vão com antecedência para não perder o licenciamento. A prefeitura não teria como dar essa estrutura para essas pessoas que infelizmente precisam e se submetem a isso?

Felipe Lucas: na verdade, Rafa, o que aconteceu: a gente fez um planejamento, inclusive prevendo essa antecipação da turma, claro que não antecipação de tantos dias. Então, a gente contratou algumas questões de estruturas, por exemplo, gradil para organizar fila, que nunca teve, banheiro químico, teve também, refletores na área externa para dar mais segurança, alinhamos com a Guarda Municipal e com a PM para, a partir da sexta-feira, fazer a ronda e dar uma segurança maior para aquelas pessoas garantindo a integridade física e mostrando um pouco mais de respeito à aquela comunidade. Então, o que aconteceu foi justamente isso, a antecipação foi grande demais. Todo o planejamento que a gente fez foi baseado em históricos passados, a memória que tínhamos da secretaria, que essa antecipação sempre acontece, no máximo, em 48h. Esse ano foram quase 10 dias de antecedência e a gente não esperava que se antecipassem tanto, mas a estrutura foi pensada para a partir da sexta-feira montar toda estrutura, que foi o que aconteceu. Na parte interna tivemos cobertura de toldo para evitar o sol, tivemos cadeiras para eles sentarem, tivemos distribuição de água, café e lanche para eles que já entraram tendo acesso a isso, uma recepção diferenciada. Lá fora também foi montada toda uma estrutura, e foi montada porque foi pensado e não porque a mídia chegou lá e reclamou que a gente correu pra fazer. Até porque, não teríamos como fazer licitação, contratar, programar tudo de última hora. Foi tudo pensado, planejado e executado, só que o prazo, realmente, pensado em função do histórico que a gente tinha, acabou sendo surpreendido. 

PNotícias: você acha que no próximo ano tem como melhorar isso?

Felipe Lucas: com certeza! Já foi uma melhora grande, eu estou supersatisfeito com a repercussão e o feedback que eu tive deles, dos próprios. Todos saíram de lá com o sentimento de que agora estão sendo vistos. Os depoimentos foram esses, sabe?! Por exemplo “É, melhorou muito, finalmente olharam para a gente”, “Poxa, finalmente deram uma condição melhor porque antigamente a gente ficava num cenário ruim demais”. Eles se sentiram, de fato, em um ambiente mais humanizado.

PNotícias: você é secretário, mas é vereador licenciado, deve se afastar até o início de abril para concorrer à eleição. Você teria vontade de permanecer, caso o seu grupo político continue a frente da prefeitura? Teria vontade de permanecer à da secretaria? Porque, convenhamos que é um ‘pepino’... O senhor considera uma pasta problemática ou está tendo facilidade para estar à frente da Semop?

Felipe Lucas: a pasta é muito densa, de fato. Eu brinco, inclusive, dizendo que o prefeito não me convidou para ser secretário, me convidou para ser síndico da cidade. É um desafio muito grande, temos muitas demandas envolvidas. A gente cuida da iluminação, da limpeza urbana, através da Limpurb, tem a parte da Guarda Municipal, Salvamar, toda a questão do mercado informal, camelô, ambulantes, feirantes, os mercados informais, cemitérios públicos... Realmente é muita coisa, a gente precisa ter uma atenção redobrada, uma energia grande para dar conta. Não tenho medo de trabalho, pelo contrário, desde pequeno sempre fui muito aguerrido, no sentido de que 10, 15h de trabalho ininterruptos pra mim nunca foi um problema, inclusive gosto de desafios. Mas, é uma secretaria densa, sim. E referente a possibilidade de se manter na pasta em função de um possível convite, ou coisa parecida: o meu foco agora é concluir de maneira exitosa, fazer um trabalho realmente de excelência, com um objetivo exclusivo na população, de melhorar a qualidade de trabalho e vida das pessoas que realmente tem essa necessidade e a Semop precisa fazer isso porque lida com o dia-a-dia das pessoas. A gente fez um investimento agora, o prefeito ACM Neto autorizou e a gente conseguiu, foi um pleito meu, logo que eu cheguei na secretaria, de requalificar os cemitérios públicos. Foram R$2.570.000 investidos nos cemitérios. Estamos recebendo ainda agora, na primeira quinzena de fevereiro, os seis cemitérios requalificados, com área administrativa, com paisagismo, uma estrutura realmente adequada e digna para receber as pessoas que precisam desse equipamento, precisam dessa assistência. Periperi, Plataforma, Paripe, Pirajá, Brotas e Itapuã são os seis cemitérios aqui em Salvador. 

PNotícias: o senhor falou de uma secretaria densa, mas é uma secretaria que lhe dá visibilidade. O senhor acha que isso vai facilitar na reeleição?

Felipe Lucas: eu acho assim, não foi pensado nisso. O trabalho que eu fiz foi para conseguir enxergar um retorno positivo, no sentido de que “poxa, demos o melhor, conseguimos enxergar nas pessoas que precisavam, conseguimos melhorar de alguma forma a qualidade de vida e trabalho daquelas pessoas”, mas, de fato, a visibilidade acontece. Depende muito do gestor, essa visibilidade pode ser positiva, como pode ser negativa...

PNotícias: se fechar o Carnaval com chave de ouro então...

Felipe Lucas: a gente vai trabalhar para isso.

PNotícias: secretário, ontem todas as licenças foram distribuídas, né? Um trabalho que começou às 2h e só terminou às 23h. Agora, qual será o processo? O que fazer para liberar o kit para os ambulantes poderem trabalhar no carnaval?

Felipe Lucas: então Gomes, ontem, de fato, às 23h21 foi quando a gente conseguiu concluir o último licenciado. Foi algo recorde, onde a própria estrutura da secretaria, os servidores que têm mais tempo lá dentro deram esse depoimento de que foi algo nunca visto antes, conseguimos fazer em tempo recorde, o que ajudou muito a minimizar aquele sofrimento que estava ali na frente, aquelas pessoas que estavam vivendo um transtorno grande. O próximo passo agora é aguardar o dia da entrega que é feito pela patrocinadora, Ambev. Vai acontecer nos dias 15, 16, 17 e 18 [de fevereiro]. Eles montam um stand no circuito do Campo Grande e também na Ondina. Então, aqueles que são licenciados para o Campo Grande, vão se dirigir pra lá, com o comprovante de pagamento em mãos, e fazem na hora um curso de 15 minutos, onde a Semop apresenta como eles devem proceder, quais os cuidados que eles precisam ter, quais os itens e objetos que são proibidos, que podem ser passivo de apreensão, qual o produto que eles precisam comercializar para também não ter o transtorno da apreensão; quanto a Ambev também faz uma rápida palestra para poder orientá-los na questão da comercialização, do comportamento, a comunicação, enfim, o marketing deles, do produto oficial da festa.

PNotícias: há uns dois meses, mais ou menos, o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Geraldo Júnior, formou um bloco com o partido dele, Solidariedade, e outros partidos, PSC, PTB e PMDB, partido do senhor, e logo se especulou sobre uma possível candidatura dele à prefeito de salvador, inclusive havia dúvidas se seria pela base do prefeito ACM Neto ou do governador Rui Costa. Resultado: Geraldo retirou a candidatura, anunciou apoio à Bruno Reis, que é candidato do grupo político do prefeito ACM Neto. Abra seu coração aqui agora, o senhor vai com qual candidato: o candidato do prefeito ACM Neto, gestão que o senhor hoje faz parte até o início de abril, ou o senhor vai com o candidato do PMDB, caso o PMDB lance ou apoie algum candidato. 

Felipe Lucas: então, Rafa, na verdade isso foi superado porque o PMDB, no pré-lançamento do candidato à prefeito Bruno Reis, já declarou apoio a candidatura do Bruno. A gente já segue isso aí como definido, já tem essa sinalização de fechamento, já estamos trabalhando, inclusive, nesse sentido. Vamos fortalecer esse processo, por entender que é melhor, não apenas para o grupo político, sobretudo, é o melhor que a gente avalia para a população de Salvador. A manutenção do ritmo que a gente percebe hoje na cidade. A cidade vive um outro momento, uma outra realidade. Então, acreditando nisso, a gente vai, sem sombra de dúvidas, fazer o que estiver ao nosso alcance para fortalecer essa indicação do prefeito de Bruno Reis como candidato à sucessão dele, para a gente poder dar manutenção a esse projeto que já deu certo e a gente acha que é o melhor pra cidade.

PNotícias: o senhor acha que essa demora do PT em indicar os possíveis nomes para prefeitura de Salvador tem beneficiado o seu grupo político? 

Felipe Lucas: eu acho que cada um segue a estratégia que tende ser a melhor. Eu, particularmente, acho que essa demora acaba criando um sentimento de ‘será que vem, que não vem’ e isso possa ser que ajude, mas estamos muito focados e olhamos muito pra frente e a gente não para de trabalhar, de servir, de fazer com que as pessoas percebam melhorias em suas casas e suas vidas. A gente seguiu um ritmo acelerado e não parou um só momento, nem vai parar. Então não sei te dizer, de fato, se isso ajuda ou prejudica, mas eu acho que o nosso ritmo é o ideal.

PNotícias: o senhor está confiante na sua eleição para esse ano?

Felipe Lucas: olhe, eu trabalhei muito, estou trabalhando muito e pretendo continuar trabalhando muito. Desde 2016, quando eu aceitei o convite para sair candidato à vereador, meu histórico, quem me conhece sabe, foram 10 anos na gestão pública. Fui chefe de gabinete da Sudene, em Recife, ligado ao Ministério de Integração, participei da gestão do prefeito ACM Neto, no primeiro momento como chefe de gabinete da secretaria de infraestrutura na gestão do secretário Paulo Fontana, um grande amigo meu, e aí fui convidado, em 2016 para concorrer a eleição e ajudar a fortalecer, oxigenar a Câmera de Vereadores. De lá pra cá, Rafa, eu não parei um só minuto, mas com a convicção de que essa era a melhor forma da gente conseguir retribuir o voto de confiança que foi depositado lá naquela época, em 2016. 

PNotícias: mas o senhor não pretende parar na câmara, não é? Quais são os próximos passos? 

Felipe Lucas: o próximo passo agora é, primeiro, focar na conclusão dos trabalhos que estão sendo feitos no executivo, na Semop. Entregar com meu formato de se trabalhar, com o objetivo alcançado, atingindo a expectativa e confiança que o prefeito depositou nesse processo. A partir daí, em abril, a gente descompatibiliza por força e por questões de regras...

PNotícias: já sabe quem vai substituir o senhor?

Felipe Lucas: não, ainda não. Aí o prefeito vai decidir no tempo certo, acho que ele vai acertar, como tem acertado sempre na escolha, mas a partir de abril a gente descompatibiliza justamente para retomar esse processo e dar continuidade ao mandato. Esse é o objetivo número 1. Concluído isso, aí a gente vai parar para pensar no futuro, ver qual é o próximo passo, se muda alguma coisa...

PNotícias: se é Assembleia, se não é...

Felipe Lucas: por aí (risos). 

PNotícias: secretário, como anda a situação dos salva-vidas? Porque eles estão reclamando muito das condições de trabalho deles.

Felipe Lucas: isso, verdade. Eles sabem, eu fiz uma reunião nesta última quinta-feira (30) e nesta quinta-feira que vem (6) teremos uma nova reunião com a turma. Eu tenho passado para eles a realidade. Nós temos um projeto de construção de novos mirantes, de novas estruturas, um projeto feito pela Fundação Mário Leal, que já está na agulha para acontecer. Já levei ao prefeito, a gente fez um primeiro orçamento e o prefeito autorizou, condicionando que a gente fizesse, de fato, pela Fundação um orçamento mais detalhado para que a gente não erre esse número e que a gente possa anunciar o processo de licitação e contratação. Acredito que nos próximos meses a gente vai está avançando bem nisso. Agora é só chega essa planilha orçamentária para eu novamente voltar ao prefeito, é vontade dele total fazer esse investimento. Ele entende e reconhece que precisa desse investimento para que os salva-vidas tenham uma qualidade de trabalho melhor. Então, ele está totalmente a favor, já me autorizou a avançar com isso. Acredito que ainda em fevereiro a gente tenha essa decisão e avanço, para que possamos entrar no processo de licitação e contratação e na sequência executar. Acho que é possível, que a gente vai conseguir ainda esse ano, ter essa situação superada.

PNotícias: e sobre a Guarda Municipal, tem previsão para mais concurso público? Como é que está funcionando a Guarda Municipal aqui em Salvador? 

Felipe Lucas: então, teve o último concurso público, a expectativa é que a gente consiga convocar mais 50 pessoas. Desse último que teve são 50 concursados, passados inclusive por exames e avaliações, já estão aptos para essa convocação. A Semge [Secretaria Municipal de Gestão] que cuida dessa demanda agora. O próximo passo é que a Semge, junto ao prefeito, faça essa convocação e disponibilize para que a gente possa fortalecer ainda mais os Guardas Municipais. 

PNotícias: secretário, temos uma mensagem do Ailton Lobo, que é de Ilha Amarela: “Travessa Pajussara precisando de iluminação”. Como é que a Semop vem trabalhando em relação a iluminação pública? São algumas queixas, como trechos escuros na Nova Avenida, que liga a BR 324 ao bairro de Cajazeiras. O senhor acredita que, em alguns pontos, os vândalos vêm contribuindo com a escuridão no município, com o furto de fios, por exemplo? 

Felipe Lucas: acredito, sim. Na verdade, isso é um grande desafio nosso: conseguir de alguma forma mudar essa cultura, na questão de depredação. As pessoas ainda fazem esse trabalho de vandalismo e acabam prejudicando aquilo que a gente conseguiu melhorar. Mas a gente tem números bastante satisfatórios, temos praticamente 20% do parque de iluminação da cidade todo requalificado. A substituição da lâmpada amarela sódio, por LED e o prefeito agora com esse projeto maravilhoso, que está realmente mudando a vida das pessoas, o projeto Iluminando Nosso Bairro, que avança de maneira grandiosa. A gente está conseguindo chegar nos lugares de maiores necessidades, nas áreas periféricas, que sempre foram prioridade nessa gestão, em transformar em ambientes que, até então, achavam que nunca iam chegar. Então priorizamos as requalificações das iluminações, das transversais, das vielas, das portas das pessoas, que é justamente onde as pessoas sinalizam a insegurança, o medo de sair tão cedo do trabalho, o medo e a angústia do horário que chegam do trabalho. Então, a gente tem feito esse trabalho de maneira potencializada e hoje, através do 156, que é o canal que a gente recepciona todas as demandas e cobranças, na ouvidoria, a gente tem o reconhecimento e a sinalização dos índices de que a iluminação é uma das coordenações de liturgia da secretaria, é um dos ambientes que, de maneira mais rápida, tem dado retorno, nos problemas recepcionados.

PNotícias: muitos problemas também ocorrem nas passarelas e as pessoas pedem até a presença da Guarda Municipal para inibir os furtos de fios nas passarelas, inclusive a secretaria ano passado gastou muito dinheiro para repor a iluminação, o capeamento, os fios nas passarelas, não foi?

Felipe Lucas: é verdade. A gente tem tido um olhar mais técnico, mais clínico voltado para essas questões também. De fato, temos recebido alguns feedbacks e cobranças nesse sentido, mas a gente tem uma equipe que está a todo momento cuidando desses chamados e tentando requalificar. A gente sabe que a cidade é grande demais, são 163 bairros, a gente conseguiu avançar bastante e vamos continuar avançando. Daí a importância de a gente conseguir fortalecer e fazer com que esse projeto político vingue para a gente continuar seguindo esse ritmo, seguindo esse passo, dando sequência as melhorias, que visivelmente a gente percebe na cidade.

* com participação de Gomes Nascimento

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