Entrevistas

Maurício Barbosa detalha operação das polícias para o Carnaval e se pronuncia sobre morte de miliciano e condução de jornalistas

19 de Fevereiro de 2020 às 16h59 - Por: Beatriz Araújo (@biasaujo) Foto: PNotícias
[Maurício Barbosa detalha operação das polícias para o Carnaval e se pronuncia sobre morte de miliciano e condução de jornalistas]

Secretário de Segurança Pública da Bahia foi o entrevistado desta quarta-feira do programa PNotícias, na Piatã FM

O programa PNotícias, da Piatã FM, apresentado por Gomes Nascimento e Rafael Albuquerque recebeu o secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Teles Barbosa, na manhã desta quarta-feira (19). Durante sua participação, Teles deu detalhes sobre a operação das polícias civil e militar no Carnaval de Salvador que inicia oficialmente nesta quinta-feira (20).  O secretário se pronunciou ainda sobre a morte do miliciano Adriano Nóbrega e comentou a condução de jornalistas diante do caso. “Nós temos toda a responsabilidade, mas queremos trabalhar com dignidade e com respeito, que é isso que a gente espera”, declarou.

Confira abaixo a entrevista na íntegra:

PNotícias: qual o incremento tecnológico deste ano em relação ao ano passado? 
Maurício Barbosa:
é importante dizer que essa estrutura tecnológica não é uma forma de substituir o trabalho do policial, muito pelo contrário. O que a gente quer é potencializar a utilização da tecnologia, os efeitos dela no trabalho das nossas polícias. Este ano a gente vai ter o efetivo de 1000 policiais a mais que o ano passado, no ano passado foram 26, esse amo serão 27 mil profissionais trabalhando todos os dias de Carnaval, aqui e no interior do estado e a utilização da tecnologia é uma ferramenta poderosíssima, a exemplo do reconhecimento facial. Desde o lançamento em dezembro de 2018, até agora nós temos mais de 120 pessoas presas. Temos 300 câmeras filmando tudo, 24 horas e analisar todas essas imagens é de uma complexidade muito grande, então a tecnologia veio a somar. Nós temos 42 portais de abordagem que foi já uma iniciativa importantíssima, lançada em 2016, pra tentar barrar ao máximo a entrada de armas e drogas nos circuitos oficiais e esse ano a gente passa a explorar esses portais com a utilização da tecnologia de reconhecimento facial, assim também com algumas câmeras no interior dos circuitos. Sem falar também que temos câmeras nas estações de transbordo, na estação rodoviária, no aeroporto, ou seja, em todos os locais de grande aglomeração de público.

PNotícias: qual é a expectativa pra este ano? Quando a pessoa passa no portal, ela já passa pelo raio-x ou esse raio-x é manual?
Maurício Barbosa:
o raio-x é manual, isso possibilita inclusive o manuseio de bolsas, pacote, e atpe isopor, no caso de ambulantes e isso dá mais flexibilidade. Já o reconhecimento facial, ele pega as pessoas que vão entrar nos circuitos por esses 42 portais. É importante que se explique que essa tecnologia permite além da análise facial, um banco de dados com pessoas foragidas. Isso não é qualquer estado que conseguiu constituir, a Bahia foi a pioneira no lançamento da ferramenta. Hoje a nossa base de dados já tem seis mil pessoas procuradas.

PNotícias: terão drones nos circuitos?
Maurício Barbosa:
nós temos dez drones sendo utilizados em todos os circuitos, extraindo imagens, fazendo vídeos. Têm muitas áreas em torno dos circuitos que a vigilância é muito difícil, a exemplo da área litorânea. Praias, locais onde existem ribanceiras e pedras, isso tudo é a nossa preocupação seja pelo consumo de drogas, tráfico de drogas, roubos que são praticados nesses locais onde não há uma presença tão ostensiva da polícia e o drone vem pra somar isso tudo. Essas imagens são lançadas diretamente no nosso Centro de Operações e Inteligência e a gente tem condições com aquelas imagens de adotar qualquer tipo de providência. 

PNotícias: tem um Centro de Operações que fica no Centro Administrativo da Bahia (CAB). Vai ter um centro parecido com esse no circuito ou a central vai ser lá mesmo no CAB?
Maurício Barbosa:
nós funcionamos sempre em redundância, nós temos um centro maior no posto que funciona no CAB e lá nós temos 30 instituições e órgãos que trabalham durante todos os dias de Carnaval. A gente chama de Centro de Comando e Controle, então elas ficam trabalhando e fazem com que todas as necessidades de atuação, de parceria e cooperação sejam feitas de forma imediata. Elas funcionam 24 horas lá no centro. Mas nós temos também centros móveis que são colocados próximos aos circuitos, que fazem a primeira análise das ocorrências, das imagens e mandam todas essas informações pra esse centro maior que fica lá no CAB. 

PNotícias: qual será a estratégia para combater o furto de celular em um evento como o Carnaval que é muito grande?
Maurício Barbosa:
primeiro é a prevenção. A gente tem que sempre pedir a todos que forem curtir o Carnaval que se previnam com relação à possibilidade de deixar o celular visível em grandes aglomerações. Acaba que no “empurra empurra” você tem seu celular furtado ou até mesmo perdido. A gente tem uma preocupação, as nossas unidades estão aptas a receber essas ocorrências e fazer o bloqueio do telefone celular. As equipes já estão de olho, a Polícia Civil trabalha em cima de quadrilhas que são especializadas no roubo de celular e vamos ter fé de que a gente vai prender muita gente pela prática desse crime nesse Carnaval. 

PNotícias: qual será o efetivo de Carnaval e de que forma a secretaria vai fazer pra dar conta do interior do estado?
Maurício Barbosa:
é uma grande responsabilidade. As pessoas às vezes associam o Carnaval somente aos circuitos oficiais aqui de Salvador. Nós temos nove bairros onde tem festa, nós temos 50 municípios no interior com Carnaval, então é uma estrutura muito grande. A gente aplica os 27 mil policiais em escala, boa parte dos 45 milhões de reais investidos no Carnaval se referem a pagamentos de hora extra, então é uma grande estrutura.

PNotícias: há um alinhamento da Secretaria de Segurança Pública (SSP) com a prefeitura no sentido da Segurança Pública durante o Carnaval?
Maurício Barbosa:
sim, com certeza. É fundamental. A organização do evento quem faz é a prefeitura, mas com a atividade de Segurança Pública tem que ter uma integração muito grande, desde a atuação da Guarda Municipal ou até mesmo a grade de atrações, o cobrimento das atrações. Isso é muito importante pra manutenção da ordem durante a festa.

PNotícias: em alguns trechos os policiais militares não vão entrar nos blocos, vão ficar um pouco mais afastados, o que teria sido um pedido do dono dos blocos. Isso vai inibir algum tipo de violência? Além disso, o governador do estado informou que a diminuição dos blocos de cordas também diminuiu o índice de violência no Carnaval, isso procede?
Maurício Barbosa:
são duas questões. A questão do bloco sem corda, isso facilita do ponto de vista da segurança porque não tem o estreitamento das ruas e das vias, já que os cordeiros num bloco trazem um confinamento maior das pessoas. E com relação à participação da Polícia Militar nesse aspecto de não estar presente em locais do circuito onde ele é mais estreito, isso faz parte é um projeto em análise. Se você coloca corda de bloco, pessoas e a Polícia Militar pra estreitar ainda mais o circuito, se torna ainda mais potencial a capacidade de ter algum tipo de acidente e a pessoa se machucar. Então a atuação à distância se refere nesse sentido. Ela vai estar presente, vai atuar caso seja necessário, mas não trazer mais dificuldade em determinados pontos do circuito.

PNotícias: a estratégia de colocar policial civil como um folião no Carnaval funciona?
Maurício Barbosa:
funciona. A gente tem por hábito espalhar inúmeros policiais disfarçados nos circuitos, até mesmo com abadá de bloco, camisa de camarote, pra facilitar o trabalho da polícia ostensivo. A gente sabe já pela experiência que quando a polícia passa, a pessoa que quer praticar o crime, ela se contém mais. O trabalho dos policiais infiltrados serve inclusive pra pegar essas patrulhas e com as imagens das câmeras isso fica muito mais completo. Os policiais também estão em cima dos trios elétricos. É importante dizer também que os donos de bloco se colocaram sempre à disposição, assim como também nos camarotes pra colocar os policiais em cima, pra que a gente com lentes e com máquinas de gravar, tenha condições de formar provas para conduzir aquela pessoa, mesmo que ela não esteja mais na situação de flagrante. É bem interessante o trabalho deles. Vale ressaltar que é um trabalho que não é visto tão ostensivo como o trabalho da Polícia Militar, mas é fundamental pra manutenção da ordem no Carnaval. 

PNotícias: a ação da polícia contra miliciano Adriano Nóbrega, em Esplanada, foi registrada por câmeras? Tinha câmera na viatura?
Maurício Barbosa:
toda a ação está sendo investigada, seja através de testemunhas, das pessoas que participaram da operação, e as perícias também estão sendo realizadas. Mas é importante dizer que na ação policial, principalmente quando se trata de múltiplos lugares e da dinâmica, nem tudo sai da forma como se espera e como se vê nos filmes. A gente tem a mais absoluta convicção do padrão de qualidade do trabalho tanto do Bope, quando do trabalho das nossas policias Militar e Civil e temos a condição de atestar que eles agiram dentro da capacidade que era possível naquele momento e da forma como se deveria esperar, mas é importante que a gente conclua todas as investigações. Infelizmente o caso tomou um rumo político completamente desnecessário. 

PNotícias: o senhor acredita que agora há uma situação política em cima deste caso?
Maurício Barbosa:
eu não tenho a menor dúvida. Até porque há posicionamentos políticos, até da mais alta autoridade do país em cima deste caso. Então nós temos a mais absoluta tranquilidade e transparência em elucidar a morte desse rapaz que chegou ao nosso conhecimento através de informe da inteligência, uma pessoa procurada por estar sendo investigado por práticas criminosas. Isso aí o Rio de Janeiro tem condições muito melhor de explicar, o nosso papel foi somente dar apoio às equipes do Rio para a sua prisão e captura. 

PNotícias: o senhor concorda com a fala do perito médico legista e diretor do Instituto Médico Legal (IML), Mário Câmara, acerca do vídeo de uma suposta autópsia do miliciano, divulgado pelo deputado Flávio Bolsonaro?
Maurício Barbosa:
completamente. Da forma como foi jogada a situação ontem, com a imagem de um corpo. A gente não deveria nem entrar nesse mérito se era ou não o corpo dele. Isso, com certeza, passa a ser também um objeto a ser investigado, não foi nas dependências nem do nosso Instituto Médico Legal, nem daqui, nem de Alagoinhas, também não foi do Rio de Janeiro, isso já foi confirmado pela Secretaria de Segurança Pública do Rio. Ou seja, tratar o caso pra desinformar a população ou trazer suspeição às instituições nossas é uma prática que a gente não vai aceitar, nem tolerar. Eu tô aqui pra fazer a defesa das instituições. Se há alguma dúvida com relação a algum item ou quesito, que as autoridades peçam esclarecimentos, a gente vai até se for o caso, usar outros institutos, outras técnicas, pra poder esclarecer qualquer tipo de dúvida. Agora, não se pode, antes mesmo de concluir a investigação, o laudo nem tinha sido entregue ainda na mão do Ministério Público e já se chegou com toda essa carga de desconfiança. Então a gente não quer aceitar que isso seja alguma forma de desacreditar o trabalho da nossa polícia, o que quer que venha a ser encontrado ou esclarecido e também com a tentativa de tentar tirar esse caso daqui pra colocar em algum outro lugar porque isso tudo pode ser mais fácil de se tentar chegar a alguma outra conclusão. Então a gente pede que respeitem as nossas instituições judiciárias, se tiver qualquer dúvida, estamos completamente querendo trazer transparência e nós temos um tempo pra concluir as investigações, a perícia, não queremos que o tempo seja muito largo, mas também não pode ser muito curto pra depois não alegarem que a perícia foi mal feita, que passamos por cima de coisas que deveriam ter sido feitas, então nós temos toda a responsabilidade mas queremos trabalhar com dignidade e com respeito, que é isso que a gente espera. 

PNotícias: teve participação da polícia carioca também na operação ou foi só da polícia baiana?
Maurício Barbosa:
teve no trabalho de levantamento de informações acerca da localização dele. Na operação onde ele foi morto, não teve a participação da Polícia do Rio. Levantaram a hipótese de que a Polícia do Rio teve participação na morte do rapaz, não teve nada diss. Foi uma ação policial que é executável com bastante frequência, independente de quem era o alvo e da relevância que isso tomou por conta das ligações pessoais e da politização do caso em si, são operações que acontecem quase todos os dias. Nós fazemos operações de combate ao tráfico de drogas e roubo à mão, com a mesma habitualidade de todos os dias. Então não é uma operação apurando se existe o maior nível de concentração possível. A gente sabe que o policial acaba operando duas vezes ao dia, numa situação de extremo estresse, então a gente tem que levar isso tudo em consideração. Você pegar um especialista que está no conforto do seu ar-condicionado, sem acesso às provas que estão sendo coletados, aos depoimentos, pra que ele faça uma suposição de que deveria ter sido feito assim ou deveria ter sido feito assado. Vamos escutar quem estava lá na operação, entender o contexto disso tudo, quem expôs sua vida em risco de tomar tiro do bandido mais procurado do Rio de Janeiro.

PNotícias: sobre os jornalistas que foram conduzidos pelos policiais para a delegacia, qual é o procedimento? Precisavam de fato ter sido levados para a delegacia?
Maurício Barbosa:
a questão dos repórteres que estavam lá em Esplanada, segundo os depoimentos que foram colhidos na própria delegacia, foi de que esses dois, depois que conseguiram constatar que de fato eram repórteres, estavam importunando parentes de uma pessoa que estava com o Adriano no momento do fato, fazendo questionamentos e querendo saber onde ele se encontrava, isso de uma forma bastante reiterada. E a pessoa disse: “Olha, eu não sei informações aqui, eu quero muito que o senhor se retire e deixe a nossa família em paz”. Até um senhor de idade, com problema de Alzhaimer, alguma coisa assim. Então continuavam a todo momento, insistindo, e essas pessoas que se sentiram importunadas chamaram a polícia e aí a polícia foi e autuou, eles não apresentaram nem carteira de identidade, pelo que consta se identificaram verbalmente como jornalistas e disseram estar lá para trabalhar. A cautela foi necessária, na medida da gravidade de isso tudo que a gente tem passado, da importância do caso e não houve nenhuma agressão, tanto é que eles foram conduzidos no seu próprio veículo, eles seguiram a viatura até lá. Assim que foi efetivamente vista a identidade dessas pessoas e confirmada, foi entregue todo o material, ou seja, tudo houve preservação pra que a situação fosse esclarecida da melhor forma possível. 

PNotícias: a polícia já conseguiu descobrir se o miliciano já estava montando de quadrilha ou se ele estava praticando crimes já há algum tempo na Bahia?
Maurício Barbosa:
essas são, na verdade, as perguntas que a gente quer também trazer. Qual era o envolvimento de algumas pessoas com ele, saber onde ele estava lavando esse dinheiro, se estava lavando ou não, se estava comprando gado, se havia a presença de mais pessoas da quadrilha no estado, isso tudo nos interessa e muito, até porque ele está sendo investigado no Rio de Janeiro como participante de uma organização criminosa e estava escondido aqui no interior do estado, então a gente tem total interesse em saber qual era o interesse dele ou de possíveis pessoas envolvidas com o estado da Bahia.

PNotícias: a polícia acredita que a operação tenha vazado?
Maurício Barbosa:
não se chegou, pelo que está sendo relatado pelos policiais civis, nenhuma informação nesse sentido. Parece que houve uma abordagem à esposa dele num posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Vitória da Conquista e tudo leva a crer que ao abordarem ela no carro, na expectativa de encontrar o rapaz, ela tenha ligado, tenha avisado a ele. E ele, com medo de ter sido descoberto, foi pra um outro local, tanto é que não foi encontrado no local onde inicialmente se pensava que ele estava.

PNotícias: o senhor tem acompanhado enquanto chefe da pasta que comanda as policias Civil e Militar, as tratativas da cúpula do governo pro lançamento de major Denice como candidata a prefeita?
Maurício Barbosa:
eu não me envolvo nessa questão política, até porque não me diz respeito, eu não trabalho na área política, então eu faço votos de que se ela for escolhida, ela tenha sucesso. É uma pessoa que a gente gosta muito, uma pessoa que tem uma reputação, um trabalho muito bem feito na polícia. Para nós é motivo de orgulho dela estar sendo lembrada e isso nos deixa muito feliz.

PNotícias: secretário de Segurança Pública consegue curtir o Carnaval?
Maurício Barbosa:
não dá pra curtir da forma como a gente gostaria, nem um pouquinho. A gente fica em alerta sempre. Não é mais aquele tempo que a gente saia sem muitas preocupações e a gente só pensava em brincar. Hoje é uma grande responsabilidade, com 27 mil profissionais, vários Carnavais acontecendo ao mesmo tempo. Tem que ter muito foco e determinação, inclusive pra que o Carnaval acabe de acordo com as nossas expectativas. E volto a dizer a toda população em geral que a segurança faz a parte dela, nós estamos colocando cada vez mais homens, mulheres, profissionais da área de segurança, abordando tecnologia, mas isso tudo não é suficiente se não houver a integração. O principal dos atores é o folião, que tem que ir com o espirito de paz, sabendo que ali é um espaço pra brincadeira, pra fraternidade, pra curtir com os amigos e com seus respectivos companheiros ou companheiras. E os artistas que têm uma importante participação na condução em si, de ter uma responsabilidade quando o estreitamento do circuito, de tocar uma música um pouco mais leve pra não excitar nenhum tipo de ação por parte de uma massa de milhares de pessoas. Então, somando a atuação dos artistas, a atuação do folião e a atuação da Segurança, a gente faz um Carnaval de paz.

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